A importância do servidor público

SERVIDOR
A importância do servidor público:
O cidadão quer um serviço público proporcionado pelo Estado que funcione, e para isso exige servidores dedicados e preparados para fazerem o melhor com o objetivo de atenderem às suas necessidades.

A prestação do serviço público é das mais importantes atividades de uma comunidade, de uma sociedade ou de uma nação.
NENHUM PAÍS, ESTADO OU MUNICÍPIO FUNCIONA SEM SEU QUADRO DE SERVIDORES PÚBLICOS, responsáveis pelos diversos serviços colocados à disposição do cidadão.

Portanto, é de suma importância exaltar quem executa o papel de prestador de serviço à sociedade. Neste contexto, prestar serviço à população com qualidade e dedicação deve ser sempre a meta dos servidores e estar entre seus objetivos.

A cada dia, o papel do servidor público não é apenas o de ser estável. É muito mais do que isso, pois a sua atuação está necessariamente voltada para os anseios da comunidade ou sociedade.

A estabilidade dos servidores somente se justifica se ela assegura, de um lado, a continuidade e a eficiência da Administração e, de outro, a legalidade e impessoalidade da gestão da coisa pública.

A responsabilidade do servidor público é muito grande, tornando-se um privilégio por tratar-se de um agente de transformação do Estado.

O servidor deve estar sempre a serviço do público e, a partir desta lógica, listamos alguns princípios fundamentais à sua atuação:

Agente de transformação a serviço da cidadania, o que se torna uma diferença marcante dos demais trabalhadores;
Compromisso intransigente com a ética e com os princípios constitucionais;
Atualização permanente e desenvolvimento de novas competências;
Capacidade de lidar com a diferença e a diversidade;
Habilidade para atuar em diferentes contextos e sob diversos comandos;
Lidar com o que é de todos.
O principal diferencial do servidor público é que este tem a oportunidade de servir à comunidade em que está inserido. Por isso, ESTA NÃO PODE SER VISTA COMO UMA PROFISSÃO QUALQUER, e sim como um desafio de se cuidar do que é de todos nós.

Após ler o texto falando de nossa importância na composição do ESTADO, acrescento que o nobre e importante mister deve vir acompanhado, SEMPRE, de condições dígnas de trabalho, plano de carreira justo e SALÁRIOS COMPATÍVEIS com a enorme responsabilidade que temos.
SOU SERVIDOR PÚBLICO.
artigo de Augusto Dourado*
*Especialista em RH
http://www.portaldoservidor.ba.gov.br/noticias/orientacao/importancia-do-servidor-publico-artigo-de-augusto-dourado

Radaeli quer garantia de acessibilidade em agências bancárias

Radaeli quer garantia de acessibilidade em agências bancárias
Radaeli quer garantia de acessibilidade em agências bancárias

O vereador Daniel Radaeli (PMDB) protocolou requerimento junto à Prefeitura de Franca para que o Executivo dê explicações sobre a fiscalização realizada nas agências bancárias em relação à acessibilidade de pessoas de mobilidade reduzida.
Para Radaeli, trata-se de um assunto que tem que ser observado de perto pelo Executivo. “A legislação prevendo e garantindo a acessibilidade já existe, mas vemos que nem todas as agências bancárias de Franca vêm cumprindo com ela. Portanto, quero saber se a Prefeitura está fiscalizando e de que forma o faz”, afirmou Radaeli.
O parlamentar entende como uma questão de humanidade prover meios para que as pessoas com mobilidade reduzida tenha acesso a estes estabelecimentos sem constrangimentos e riscos de acidentes, como quedas. “Meu foco é o bem-estar da população e por isso quero tais informações da administração municipal”, concluiu Radaeli.

DE GUARDA MIRIM A DELEGADO DE POLÍCIA

DE GUARDA MIRIM A DELEGADO DE POLÍCIA
capa face 2
(Entrevista ao Jornal Comércio da Franca, edição de 02/06/2013 Autor(a): Edson Arantes Função: Repórter Foto(s): Dirceu Garcia/Comércio da Franca)

Aos oito anos, Daniel Paulo Radaeli já dava expediente todos os dias na Prefeitura de Restinga, cidade onde nasceu. Era guardinha mirim e fazia pequenos serviços burocráticos, dando sequência aos passos do pai, que foi o segundo funcionário público na história do município. O menino cresceu, se transformou num dos mais respeitados homens da Polícia Civil e ganhou duas eleições em cidades diferentes.

guardinha
O policial detém outro feito que provavelmente poucos conseguiram. Aos 48 anos, acaba de completar 40 como servidor público reconhecidos pelo Supremo Tribunal Federal. Ele reúne tempo suficiente para se aposentar, mas descarta a possibilidade de não mais mais sacar a arma. Pendurar o paletó que veste na Câmara, nem pensar.

Radaeli mudou-se para Franca aos 14 anos. Há 22, tornou-se delegado de polícia. Escolheu começar a carreira em Restinga, onde um dia se orgulhou de vestir o uniforme da Guarda Mirim. A atuação como policial rendeu projeção. Decidiu entrar para a política. Na primeira tentativa, foi o vereador mais votado – com quase 400 votos – em Restinga para a legislatura 97/2000.

O policial trocou a delegacia de Restinga por unidades maiores em Franca. Mais tarde, também trocaria de Câmara. Radaeli passou pelos principais distritos policiais da cidade. Hoje, é titular da DIG, unidade responsável por esclarecer crimes. Também é o chefe do Centro de Inteligência da Polícia Civil.

delegado
Nas eleições do ano passado, Radaeli candidatou-se a vereador pelo PMDB em Franca, mesmo partido pelo qual havia sido eleito em Restinga há 15 anos. Foi o único a garantir uma cadeira pela legenda na Câmara Municipal. Teve 2.588 votos.

A característica de delegado linha dura das delegacias tem se refletido no Poder Legislativo. Apesar de integrante do principal partido que firmou aliança com os tucanos na disputa pela sucessão municipal e membro da base aliada, Radaeli tem levantado a voz contra o prefeito Alexandre Ferreira (PSDB). Afirmou que não vai mais “engolir sapos” do Executivo e se recusou a participar de reuniões no gabinete para discutir o veto proposto por Alexandre ao plano de cargos e salários dos servidores da Câmara. Na semana passada, ele recebeu o Comércio para falar de suas atividades policiais e, claro, das relações com o prefeito.

Comércio da Franca – O senhor poderá entrar para o livro dos recordes como o servidor público mais jovem com o maior tempo de contribuição. Como isto foi possível?
Daniel Radaeli – Comecei a trabalhar como guardinha mirim aos oitos anos em Restinga, convidado pelo Guido Betarelo [ex-delegado]. Consegui contar este tempo, comprovar com documentos e, por decisão do Supremo Tribunal Federal, fez-se a contagem do tempo e como serviço público, pois trabalhava na Prefeitura. No dia 7 de maio, completei 40 anos de serviço público. Também trabalhei na 2ª Vara Cível do Fórum de Franca e na rádio Difusora, narrando basquete.

Comércio – De guardinha mirim, o senhor se transformou no delegado-titular da DIG e no chefe do Centro de Inteligência da Polícia Civil. Como define sua carreira?
Radaeli – É uma carreira de sucesso, mas resultado de muito trabalho. O trabalho enobrece. Você não tem que ficar sentado esperando acontecer. É preciso correr atrás com justiça, ter objetivo, fazer o que tem que fazer e procurar se aperfeiçoar sempre. O resto é consequência.

Comércio – O senhor já reuniu tempo suficiente para pendurar o paletó ou guardar a arma na gaveta. Como está a ideia de se aposentar?
Radaeli – Por enquanto não. Até pensava em me aposentar, mas sou jovem ainda e tenho saúde. Agora que estou vendo mudanças pontuais naquilo que a gente pensava lá atrás no começo da carreira policial, acredito que tenho muito tempo para fazer um trabalho de alto nível. Embora a violência tenha aumentado, os instrumentos para combatê-la também estão aumentando. A polícia, hoje, é muito mais científica e de inteligência do que aquela polícia bruta e antiga.

Comércio – Qual é a sua meta?
Radaeli – Não almejo cargos de direção. Minha meta é trabalhar com as novas ferramentas que estão disponíveis. Polícia é igual sacerdócio, é igual cachaça. É muito gostoso investigar. Acho que todo ser humano é investigador por excelência. Todos querem saber o que aconteceu, onde e em que circunstância. Trabalho nisto e ganho para isto.

Comércio – Qual é o maior desafio da Polícia Civil?
Radaeli – O desafio, não só da Polícia Civil, mas do mundo, são as drogas, combatê-las. Não houve investimento adequado na educação. Isto se reflete hoje na desestrutura da família e, consequentemente, no uso e consumo de entorpecentes. O tráfico aumenta, os dependentes químicos aumentam. O que a polícia tem que fazer é trabalhar com inteligência aliada com educação e ação social. É preciso uma batalha conjunta.

Comércio – O senhor lida com frequência com casos envolvendo roubos e assassinatos. Qual a relação das drogas nestes crimes?
Radaeli – De acordo com o último levantamento que fizemos, 93% dos crimes estão relacionados ao consumo de entorpecentes. Coloco no meio das drogas ilícitas, as drogas lícitas, como o álcool.

Comércio – A insegurança é grande na cidade. O número de roubos violentos não para de crescer e a população se transformou em refém dos criminosos. O que o chefe da DIG pode falar a respeito?
Radaeli – Antes de tudo, é preciso investir no trabalho preventivo. Isto se dá por meio da educação e na ação social. Tudo em conjunto com a segurança pública. Temos procurado fazer a nossa parte. Apesar do efetivo não ser o adequado, nosso índice de esclarecimento de crimes é alto. Temos mandado muitos criminosos para a cadeia. Por outro lado, estamos investindo em ferramentas novas. O nosso centro de inteligência é muito eficaz. Também estamos correndo atrás do vídeo-geo-monitoramento [moderno sistema de monitoramento da cidade por câmeras] para dar mais eficiência ao trabalho policial. Hoje, a tecnologia é uma forte aliada que não pode ser desprezada. Além do trabalho policial, é necessário pensar no tratamento dos dependentes químicos. Um dependente afeta em torno de 20 pessoas na família, ele arrebenta com a família. Se pegarmos este dependente e trazê-lo para o nosso lado com a ação social e tratamento, a situação será alterada.

Comércio – Além de ser reconhecido pela Justiça como servidor público desde os oito anos, o senhor também conseguiu outro feito interessante. Foi vereador em duas cidades. Primeiro, se elegeu em Restinga e, agora, em Franca…
Radaeli – É uma questão de idealismo. Meu pai foi o segundo funcionário da Prefeitura de Restinga. Trabalhou como lixeiro, jardineiro e coveiro. Fui criado neste meio. Era uma cidade muito pobre e carente. Quando me formei delegado em São Paulo, fiz questão de assumir a delegacia de Restinga por uma questão pessoal. Via a situação social da cidade e queria fazer algo, não só como delegado, mas também na área social. Fui o vereador mais votado da época [97/2000]. Agora, consegui também me eleger em Franca, a cidade que me acolheu. Aos 14 anos, comecei a trabalhar no cartório do Juca Vilhena, que foi um segundo pai para mim. A atuação como delegado foi fundamental para a vitória nas urnas. Falo que a polícia é o termômetro social. Tudo o que não dá certo na sociedade vem para a polícia. A gente convive diariamente com as pendências sociais.

Comércio – Qual é mais prazeroso: ser vereador ou policial?
Radaeli – Ambos, com prazeres diferentes. O projeto do vereador demanda muito mais tempo, não é tão rápido como fazer uma investigação. O vereador não depende só dele, depende de vários parceiros e da legislação vigente. O delegado de polícia depende da lei, mas tem nas mãos a investigação. É igual uma pescaria: você fica vários dias esperando acontecer para poder prender o criminoso. E quando acontece, dá uma satisfação pelo dever cumprido.

Comércio – Até que ponto a experiência como delegado tem ajudado o senhor na Câmara?
Radaeli – Como disse, a polícia é o plantão das ações sociais que não deram certo. É um termômetro que nos ajuda a reduzir os problemas da sociedade na condição de político. Meu desafio como vereador será implantar o vídeo-geo-monitoramento na cidade, além de ampliar o atendimento e criar vagas para os dependentes químicos.

Comércio – O senhor foi eleito pelo PMDB, que formou a dobradinha com o PSDB em 2012. Apesar de ser da base aliada, o senhor tem votado contra projetos do Executivo, disse que não mais “engoliria sapos” vindos do prefeito e se recusou a participar de reuniões no gabinete para tratar dos benefícios dos servidores. O senhor é um aliado rebelde?
Radaeli – Sou vereador independente. A partir do momento em que você assume uma postura em qualquer setor, é preciso ser justo. Tenho pensamento próprio. Caso contrário, não poderia estar representando o povo. Não é questão de querer brigar com o Executivo. O que for justo, vou defender.

Comércio – Na última sessão, o governo sofreu duas derrotas na Câmara. Viu a CEI do viaduto ser prorrogada e o veto ao projeto dos servidores ser derrubado. Faltou diálogo ou sobrou pressão?
Radaeli – Não me senti pressionado. Na polícia, a gente toma decisões que mexem com a vida das pessoas a cada segundo. Como em qualquer situação, existe guerra de informações. Há três verdades: a minha, a sua e a verdade. Cada qual puxa para o seu lado. Nós temos que buscar a verdade real. Procurei me informar e tinha consciência do projeto dos servidores. Para evitar qualquer tipo de entrevero, não fui à reunião no gabinete. É preciso respeitar a opinião das pessoas. Gosto de trabalhar em equipe, já mudei muito de opinião após ouvir um investigador ou um escrivão que me convenceram de determinado fato. Estou aberto a isto desde que todos sentem-se à mesa e discutam o bem da sociedade. O diálogo sempre é a melhor alternativa. Muitos tiros nos pés não eram necessários. Uma boa conversa, uma boa prosa, como diria o meu pai, resolve muitas situações.

Comércio – Falando em pressão, já recebeu ameaças de morte?
Radaeli – Temos um ranking dos mais ameaçados aqui na delegacia. Eu, o doutor Vanir [Silveira, delegado assistente da Seccional de Franca] e o Márcio Murari [ titular da DIG]. Isto é frequente. Para exercer uma função, você precisa ser justo, ter objetivo e não ter medo. Caso contrário, não seria delegado de polícia.

Comércio – Ao lado do vice-prefeito Fernando Baldochi, o senhor é uma das caras novas do envelhecido PMDB. Pensa em ser prefeito?
Radaeli – Temos bons nomes, como o próprio Baldochi e o doutor Marcelo Caleiro. Hoje só penso na Câmara, mas sou um instrumento do partido. O jogo está aberto. Enquanto tivermos vida, saúde e objetivo, estamos prontos para defender as teses que temos em mente.

Comércio – Como avalia a administração Alexandre Ferreira?
Radaeli – O prefeito fez muitas coisas, mas é cedo para uma avaliação ampla. Não sou contra o prefeito, sou contra atitudes. A gente deveria dialogar mais, pois temos a grande responsabilidade de administrar uma cidade de 320 mil habitantes. Vivemos em um grande condomínio e temos de resolver as necessidades reais deste condomínio.
(http://gcn.net.br/noticia/212219/franca/2013/06/muitos-tiros-nos-pes-nao-eram-necessarios-diz-daniel-radaeli)

Esmalte antiestupro muda de cor se há droga na bebida

Proteger o maior número possível de mulheres da experiência da violência do estupro com um recurso simples de aplicar, discreto e barato.

(imagem reproduzida do site www.parideal.com.br)
(imagem reproduzida do site www.parideal.com.br)

Com esse objetivo um grupo de estudantes da Universidade Estadual da Carolina do Norte (EUA) criou um esmalte que muda de cor em contato com substâncias conhecidas como drogas de estupro ou “boa noite cinderela” – a mais famosa é o GHB (gama-hidroxibutirato).
De acordo com a página da empresa Undercover Project no Facebook, somente nos Estados Unidos, 18% das mulheres são vítimas de estupro ao longo da vida e o uso de substâncias para facilitar o abuso e a violência sexual contra mulheres é algo comum, em especial no âmbito estudantil.
“Isso é quase uma em cada cinco mulheres em nosso país. Podemos não saber quem são, mas essas mulheres têm um rosto. Eles são as nossas filhas, nossas namoradas e nossas amigas”, diz o texto de apresentação da startup criada por Tasso Von Windheim, Tyler Confrey-Maloney, Stephan Gray and Ankesh Madan para desenvolver e produzir os esmaltes.
Uma vez aplicado nas unhas, o esmalte permite à mulher testar a presença de drogas de abuso na bebida apenas mexendo o drinque discretamente com o dedo. O produto ainda está em testes, mas não deve demorar para chegar ao mercado, já que conseguiu atrair a atenção de investidores de peso depois que a empresa ficou entre os seminfinalistas da Kairos 50, uma iniciativa global para premiar empreendedores com menos de 25 anos.

(Matéria extraída do site: http://www.delegados.com.br/component/k2/esmalte-antiestupro-muda-de-cor-se-ha-droga-na-bebida#sthash.PvAzQjsN.dpuf)

MAIS SEGURANÇA PARA FRANCA E REGIÃO

Radaeli e Moraes conversam sobre segurança.
Vereador e Delegado Radaeli conversa com o Secretário de Segurança Alexandre Moraes
Viaturas da Polícia Civil são entregues em nossa cidade
Viaturas da Polícia Civil são entregues em nossa cidade
Vereador e delegado, Radaeli destaca atenção de Secretário da Segurança Pública com Franca e região devido a entrega de 53 viaturas novas, modelos Mitsubish Pajero e Chevrolet Spin, o que propiciará mais segurança para Franca e região.
O vereador Daniel Radaeli (PMDB) afirmou nesta quarta-feira, durante o evento, que Franca está em alta no Governo do Estado de São Paulo no tocante à segurança pública. Isso porque o secretário da pasta, Alexandre de Moraes, no cargo desde dezembro último, tem destinado atenção especial à cidade e à toda região.
Uma prova desta atenção foi a entrega, pessoalmente, pelo secretário, de mais de 50 viaturas destinadas à Polícia Civil nas regiões de Franca e Ribeirão Preto – cidade que sedia o Deinter.
O evento aconteceu no Parque de Exposições “Fernando Costa”, 11:30 horas, e contou com a presença de diversas autoridades, como o governador Geraldo Alckmin, o prefeito Alexandre Ferreira e dos vereadores francanos, além de policiais civis.
Radaeli afirmou ainda que a atuação do secretário Alexandre Moraes é motivo de orgulho nos meios policiais. “No caso dessas viaturas, por exemplo, não são somente novos veículos, mas são veículos de primeira linha, top de qualidade, que dão tranquilidade e conforto para que os policiais executem seu trabalho”, disse o parlamentar.
O vereador disse que, enquanto policial, sente-se muito à vontade para falar do secretário. “É um secretário jovem, mas com uma carreira jurídica extremamente respeitável, que tem procurado nos dar a estrutura de trabalho adequada. Demonstra estar informado e preocupado em oferecer o melhor para nós, policiais, e principalmente para a população”, disse Radaeli. O Vereador e Delegado Radaeli, que fez várias reivindicações ao governo do estado visando melhorar as questões de segurança da cidade, conversou com o Secretário Alexandre Moraes quando agradeceu pelo atendimento das reivindicações e Moraes se colocou à disposição para receber o parlamentar em seu gabinete oportunamente.

EXATAMENTE UM ANO ATRÁS

Exatamente um ano atrás!!! A situação da água em nosso país é muito grave, mas muito grave mesmo. Mesmo com as chuvas recentes os reservatórios estão baixos demais. Há um ano, juntamente com minha família estávamos em nosso rancho no município de Cássia-MG, justamente onde passamos o carnaval. Assistam ao vídeo e vejam que linda a represa:

Um ano depois, voltamos ao rancho, no carnaval de 2015 e, até raid deu pra fazer onde tinha água, é de doer o coração. Por mais que possa chover esse ano, creio que levará anos ou nunca mais veremos a represa como em 2014. É triste, assistam o outro vídeo, o de 2015

NÚMERO NÃO IDENTIFICADO

chamadas
É o fim daquelas chamadas telefônicas para o celular com “Número não identificado” ou “chamada privada”, aqueles chatos que omitem o número do celular ou empresas de telemarketing tentando vender produtos. Eu, particularmente, não atendo esse tipo de chamada pois, se o “chamador” não quer ser identificado, não é uma ligação confiável. Enfim, segundo o site da BBC Brasil (http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2015/02/150217_aplicativos_ligacoes_lk) esse problema pode ser sanado com seis aplicativos existentes para os telefones com os sistemas ANDROID e IOS.
São eles:1. TrapCall; 2. True Caller; 3. Contative; 4. Track Caller Location; 5. Whoscall e 6. Whos Calling?. A maioria dos apps são gratuitos e podem ser baixados em seu celular. Estou testando o Whoscall e até o momento satisfez minhas expectativas. Para maiores detalhes de cada aplicativo acessem o site indicado acima. Fica a dica.

MAIS UMA CONQUISTA DO VEREADOR RADAELI

MAIS UMA CONQUISTA DO VEREADOR RADAELI

postos

Depois de requerimentos feitos pelo Vereador Radaeli (136/2013 e 499/2014) sobre a situação dos postos de combustíveis pertencentes à municipalidade e que alguns estavam abandonados e outros sem o devido processo licitatório, causando prejuízos aos cofres públicos, a licitação foi finalizada e a PETROBRAS foi a vencedora e vai pagar a Prefeitura de Franca, 24,9 milhões de reais pela concessão. Mais uma missão cumprida no mandato.

postos 1postos 2postos 3postos 4

OPERAÇÃO TAMBORIM PRENDE 57 EM FRANCA E REGIÃO

OPERAÇÃO TAMBORIM PRENDE 57 EM FRANCA E REGIÃO

hiluxmarcelo
Operação da Polícia Civil de Franca e região, comandada pelo Delegado Seccional Dr. Marcelo Rodrigues Alves Caleiro e coordenada pelo Delegado Radaeli começou por volta das 6 da manhã em Franca e mais 16 cidades da região. O balanço parcial dá conta de que 57 pessoas foram presas e dois adolescentes apreendidos. Inúmeros flagrantes foram elaborados pelas Unidades Policiais(TRÁFICO DE ENTORPECENTES, RECEPTAÇÃO, ESTELIONATO, ETC)com a apreensão de drogas, objetos diversos e armas, além de vários condenados capturados. Foram 117 os Policiais que participaram da ação. Outras ações estão em andamento e novas prisões e apreensões deverão ser efetivadas.

VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER
A cada 15 segundos, uma mulher é agredida no Brasil.
• o Brasil é um dos países que mais sofre com a violência
doméstica: 23% das mulheres brasileiras estão sujeitas a
esse tipo de violência.
• pelo menos uma em cada três mulheres ao redor do
mundo sofre algum tipo de violência durante sua vida.
• a violência doméstica é a principal causa de morte e
defi ciência entre mulheres de 16 a 44 anos de idade e
mata mais do que câncer e acidentes de trânsito.
• cerca de 70% das vítimas de assassinato do sexo feminino
foram mortas por seus maridos ou companheiros.
• a violência contra a mulher atinge indistintamente
mulheres de todas as classes sociais, raças e etnias,
religiões e culturas.
• a violência contra a mulher produz consequências
emocionais devastadoras, muitas vezes irreparáveis,
e impactos graves sobre a saúde mental sexual e
reprodutiva da mulher.
• mais de 40% das ações violentas resultam em lesões
corporais graves decorrentes de socos, tapas, chutes,
amarramentos, queimaduras, espancamentos e
estrangulamentos.
• a violência ou mesmo o medo da violência aumenta a
vulnerabilidade da mulher à infecção pelo HIV/AIDS e
outras doenças sexualmente transmissíveis. O temor
de sofrer violência pode, por exemplo, fazer com que a
mulher se submeta a relações sexuais desprotegida.

POR QUE, MUITAS VEZES,
A MULHER NÃO CONTA NEM
DENUNCIA SEU AGRESSOR
OU AGRESSORA?

Existem diversas explicações para uma mulher
não contar os episódios de violência.
Eis alguns exemplos:
• Sente-se envergonhada e humilhada ou
mesmo culpada pela violência.
• Teme por sua segurança pessoal e pela
segurança de seus fi lhos e fi lhas.
• Teve más experiências no passado, quando
contou sua situação.
• Sente que não tem controle sobre o que
acontece na sua vida.
• Espera que o(a) agressor(a) mude de
comportamento.
• Crê que suas lesões e problemas não são
importantes.
• Quer proteger seu companheiro por razões de
dependência econômica ou afetiva.
• Tem medo de perder seus fi lhos e fi lhas.
• O agressor ou agressora a acompanha e não a
deixa falar ou pedir ajuda profi ssional.
• Pertence a um âmbito cultural/social em
que esses abusos são tolerados ou mesmo
compreendidos como “naturais”
• Pensa que ama seu agressor ou agressora e
que a violência refl ete um momento ruim pelo
qual está passando.
(matéria extraída do site: http://www.unfpa.org.br/Arquivos/cartilha_direitos_mulher.pdf)mulher

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